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08/12/2016

Artecola Química destaca êxito da internacionalização em evento da Abiquim

A internacionalização na indústria química brasileira ainda é um território com grandes oportunidades a serem conquistadas. Essa foi a mensagem deixada pelo Presidente Executivo das Empresas Artecola, Eduardo Kunst, no 21º Encontro Anual da Indústria Química (ENAIQ 2016), realizado na última sexta-feira (2/12), no WTC Events Center, em São Paulo (SP). Apresentando o case de internacionalização da Artecola Química – hoje a sexta empresa mais internacionalizada do Brasil, conforme ranking da Fundação Dom Cabral – Kunst destacou os ganhos de mercado e as possibilidades de crescimento sustentável que a atuação internacional proporciona, quando bem planejada.

Integrando a programação do Enaiq 2016, o painel “Cenário da Indústria Química no Mundo e o Comércio Internacional” abriu as abordagens sobre o tema, com a participação do ministro de Relações Exteriores, José Serra, e do presidente mundial da Basf, Kurt Bock. Na sequência, foi apresentado o debate “A Indústria Química que Queremos Ter”, com a presença do presidente da Petrobras, Pedro Parente, do presidente da Braskem, Fernando Musa, e de Eduardo Kunst.

O Presidente Executivo ressaltou que o processo de internacionalização vivido pela Artecola Química foi cuidadosamente planejado em 1997, com perspectiva para 2010. Em 13 anos, a empresa alcançou as metas definidas com diversas aquisições no exterior, além de implantação de centros de distribuição e unidades industriais próprias. “Foi uma caminhada que uniu crescimento orgânico com momentos de grande ousadia, como a aquisição de três empresas de uma só vez, em 2007. Hoje com o planejamento já orientado para 2025, operações em sete países e atuação mundial, verificamos o acerto dessa estratégia, que nos proporcionou crescimento em inovação e mercados, além de capacidade para fugir da turbulência econômica de um só país, equilibrando a gestão financeira entre as operações”, enumerou.

Kunst lembrou, ainda, que o Ranking das Multinacionais da Fundação Dom Cabral (FDC) divulgado em novembro mostra apenas duas empresas do setor químico entre as 10 mais internacionalizadas do Brasil. “Outro dado que chama a atenção é que apenas 10% das 64 empresas do ranking são indústrias químicas, ou seja, há todo um universo de oportunidades a ser desbravado se as empresas brasileiras olharem com mais atenção para o mercado internacional.” E finalizou: “A internacionalização de uma empresa não deve ser feita em um momento de crise. Ela precisa ser estruturada nos momentos de estabilidade, para que no momento de crise em um país a empresa esteja operando com resultados positivos em diversos mercados”. O 21º ENAIQ, principal evento de setor no Brasil e um dos mais importantes na América Latina, foi promovido pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).

RANKING DAS MULTINACIONAIS - A Artecola Química segue em linha de ascensão no Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras. O estudo recém divulgado mostra a empresa na sexta posição, uma acima da conquistada em 2015. Em 2014, foi a nona colocada e, em 2013, a 16ª. A companhia sediada em Campo Bom (RS) também é a segunda no ranking entre as empresas com receita de até R$ 1 bilhão ao ano. Foram consultadas 64 organizações, sendo 50 multinacionais brasileiras e 14 empresas que atuam por meio de franquias. O índice leva em consideração os dados de ativos, receitas e funcionários das multinacionais no exterior em relação ao total. 


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